quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Alfabetização Visual

Chamamos alfabetização visual à capacidade de ver algo além do mero enxergar. A alfabetização visual permite a percepção e o entendimento de tudo o que se vê, por exemplo, o conteúdo de uma imagem - incluindo seus aspectos formais como perspectiva e profundidade –; enfim, do que representa algo não utilizando palavras. Mais profundamente, no entanto, a alfabetização visual inclui a compreensão da manipulação das imagens e apreciação estética dos meios visuais e de comunicação; além do entendimento de elementos culturais que circundam toda essa veiculação de imagens nas sociedades humanas. Ainda como objetivos da alfabetização visual, há os que não diferem daqueles perseguidos pela alfabetização da língua escrita e falada: dar subsídios ao maior número possível de pessoas para que elas possam aprender, interagir, receber informações, interferir e criar em uma realidade que se apresenta, atualmente - com a diversificação de suportes e de linguagens através do quais se dão as comunicações -, quase que por completo através de recursos visuais.

A alfabetização verbal e escrita não foi atingida com rapidez nem facilidade, portanto o mesmo não ocorreria com a alfabetização visual, mais sofisticada e complexa. Assim como na primeira, na segunda também existem níveis de excelência; há uma grande diferença entra alguém que sabe apenas ler e escrever e outro extremamente culto. Na alfabetização visual, a cultura é adquirida por meio de educação e da aquisição de repertórios, ou seja, além dos ensinamentos técnicos, a experiência em ler o mundo é fundamental.

Sem dúvida, a linguagem verbal é uma poderosa ferramenta de comunicação, mas não dá conta de toda a gama de significados a serem transmitidos entre os seres humanos. A linguagem visual é o novo patamar da interação social, é a chave para uma grande evolução na comunicação e no entendimento entre os diferentes indivíduos e grupos. Ela abre uma infinidade de portas para as possibilidades de expressão, e não só facilita e agiliza sua trasmissão, mas amplia a profundidade dos significados. Utilizamos a linguagem visual cada vez com mais intensidade, e algumas vezes irresponsavelmente, sem a noção dos resultados que serão gerados.

fonte:http://carlazavatierifotografia.blogspot.com/
Stephanie Stamm Biglia e Gabriela Lancellotti Zapparolli PupinMais aqui -> http://wiki.eca.luli.com.br/index.php/Alfabetiza%C3%A7%C3%A3o_visual

sexta-feira, 30 de julho de 2010

terça-feira, 20 de julho de 2010

Outro sabor

Para entender uma fotografia é preciso saber o tipo de equipamento que foi feito o registro, essa coisa de velocidade e tudo mais?
– Não, não é preciso.
É preciso saber por que ela foi feita na cor vermelha e tem aquela sombra?
- Também não é preciso. Mas se souber avaliar essas coisas, entenderá muito mais a fotografia.
(Eduardo Nascimento)

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Na chuva

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Imagens captadas durante a realização dos show do 20 Festival de Inverno da UFPR/Antonina.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Fotolinguagem


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Um trabalho fotográfico possui vida própria. É, ou deve ser, justificado por si mesmo.
Cada fotógrafo deve estar consciente da ação de fotografar, que além de "captar imagens", é um registro de sua opinião sobre as coisas, sobre o mundo. A sua abordagem sobre qualquer tema o define e o expressa.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

OLHAR FOTOGRÁFICO

Estarei ministrando o curso Olhar Fotográfico no 20 Festival de Inverno da UFPR, em Antonina, no período de 12 a 16 de julho, das 14 às 18h. Informações: www.proec.ufpr.br/festival2010
Somente 20 vagas.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Ponta da Pita


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"Às vezes existe uma única foto cuja composição possui tanto vigor e tanta riqueza, cujo conteúdo irradia tanta comunicação, que esta foto em si é toda uma história. Mas isso raramente acontece."

Henri Cartier-Bresson

quinta-feira, 10 de junho de 2010

A Bike da VW (para quem adora bicicleta)


A Volkswagen apresentou o seu primeiro veículo de duas rodas e o conceito "Think Blue" na Auto China 2010. Por incrível que possa parecer, a bicicleta da Volkswagen chamou mais atenção das pessoas do que os seus próprios carros, além disso gerou no mundo inteiro curiosidade para ver no You tube como ela funciona.
A empresa tem se referido a ela como a obra de arte da mobilidade. A VW Bik. e não tem pedais, é dobrável, freio a disco nas duas rodas e funciona a bateria que pode ser recarregada no próprio carro, em corrente contínua ou numa tomada AC Comum. foi concebida para se encaixar perfeitamente no compartimento do pneu estepe da carro. O Conceito de mobilidade deste equipamento é para que a bicicleta seja um complemento do carro. Assim, o motorista poderia deixar o carro num estacionamento fora dos grandes centros congestionados e trafegar em zonas com tráfego elevado com sua bicicleta elétrica.
Enviado por Jose Humberto

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Curso Olhar Fotográfico

Estarei ministrando o curso
Olhar Fotográfico na cidade de Morretes, de 14 a 18 de junho.
Horário: das 19 às 22h Local: Teatro Municipal
Promoção: SESC-PR Paranaguá
Apoio: Secretaria Municipal de Cultura

Informações: 3462- 2933 3423-3200
Somente 20 vagas