domingo, 15 de maio de 2011

FOTO MOVIMENTO

A fotógrafa novaiorquina Jamie Beck mudou totalmente o conceito de GIFs 
animados ao criar uma respeitada forma de arte, apresentando fotos 
extremamente impressionantes.
Para quem não sabe, os GIFs animados são famosos na internet. Entretanto, a
 
grande maioria tem caráter humorístico e não guarda grandes preocupações com
 
a qualidade das imagens.
O que Jamie faz é exatamente o contrário. As imagens possuem incrível
 
realismo e chama atenção pelos detalhes.
Batizadas como “cinemagraphs”, ela busca não esgotar as possibilidades de
 
uma imagem. Esta realmente parece ser a chave para criar uma arte
 
respeitável.
 




terça-feira, 3 de maio de 2011

MEMÓRIA FOTOGRÁFICA

foto: marcio santos 1982
Fotografia para ilustrar catálogo da exposição "Mostra Fotográfica Shopping Center Pinhais", 1982.
Da esquerda para direita, em pé: Ito Cornelsen, José Eugênio, Orlando Azevedo, João Urban, Beatriz Correa, Ivan Bueno. Sentados: Ildefonso Reichman, Lucilia Guimarães, Alcides Munhoz (no quadro), Eduardo Nascimento, Alberto Viana, Hermuth Wagner, Luciana Petrelli e Vila Slomp.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

PATRIMÔNIO DE TODOS

Sem defesa, fábrica da Matte Leão começa a ser demolida
Falta de agressividade em preservar memória fabril tira de Curitiba o prédio da empresa que projetou a cidade Publicado em 07/04/2011 | JOSÉ CARLOS FERNANDES
 Teve início nesta semana a demolição da sede histórica da Matte Leão S.A, indústria que ocupava mais de um quarteirão na altura das avenidas Getúlio Vargas com João Negrão, no bairro Rebouças, em Curitiba. O terreno de 16,3 mil metros quadrados foi vendido pela família Leão para a Igreja Universal do Reino de Deus, no início de 2010. O valor estimado da transação foi de R$ 32 mi­­lhões. No local será construída uma nova Catedral da Fé – a exemplo da erguida pela instituição na Avenida Sete de Setembro. 
Desde seu fim anunciado, a derrubada da fábrica causa impressão entre arquitetos, historiadores e ex-funcionários da “Leão Júnior”. Para os experts em gestão de patrimônio, a liberação das picaretas vai na contramão das políticas mundiais de preservação da memória fabril, impulsionadas com o crescimento das cidades, diminuição de grandes áreas e ameaças contínuas de especulação imobiliária. 
O espaço símbolo de “reciclagem” no Brasil é o Sesc Pompeia, em São Paulo, endereço operário transformado pela arquiteta Lina Bo Bardi em um dos entrepostos culturais da capital. A Matte Leão não teve a mesma sorte, à revelia de ter sido criada em 1901 e do lugar que ocupa no imaginário paranaense. Foi graças ao ciclo da erva-mate que o estado conheceu a pujança econômica e cultural no século 20, do qual os Leão eram símbolos incontestes.
O superintendente estadual do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, José La Pastina, lembra dos atentados em série à memória fabril em Curitiba, do qual o episódio Matte Leão, reconhece, é um dos mais lastimáveis. Ele cita o desaparecimento das fábricas de massas, como a Todeschini; e as de móveis, como a Cimo. E se confessa pouco otimista. “Eu diria que a proteção fabril estagnou.” A seu ver, uma saída seria manter uma parte das fábricas antigas funcionando, de forma subsidiada e artesanal, a exemplo da que ainda produz o uísque Jack Daniel’s, nos EUA.
Culpa de quem?
O não reconhecimento da Matte como patrimônio é demanda da fragilidade das políticas de preservação no município. Em vez de tombamento, o Ippuc aplica “alertas” na documentação de imóveis importantes ou os cadastra como “unidades de interesse”, as UIPs. Prédios dessa categoria podem ser alterados, o que não acontece nos tombamentos, desde que com acompanhamento.
É uma prática moderna. Na última década, porém, o Ippuc reduziu o poder de fogo e se tornou mais econômico na escolha de novas unidades – hoje perto de 700. Boa notícia, apenas, é o Iphan ter ganhado a custódia da paisagem ferroviária local – o que é uma garantia – e dois editais de pesquisa, um fabril e outro ferroviário, lançados pela Fundação Cultural.
Mas não foi o bastante. A venda da Matte Leão para a Coca-Cola e a transferência da empresa para Fazenda Rio Grande deixou o prédio centenário desprotegido. Ao ser vendido para a Universal, não era unidade de preservação, o que apressou seu destino.
A demolição, por ironia, frustra um projeto da própria prefeitura, pondo à mostra uma contradição do poder público. No início dos anos 2000, a Fundação Cultural (FCC) se mudou para um antigo moinho da Rua Piquiri, como modo de dar impulso ao SoHo Rebouças – projeto de revitalização da área. Incluir a Matte fazia parte dos planos.
Em meio aos impasses, a FCC se manifestou contra a demolição e avalizou o valor arquitetônico de pelo menos parte do prédio, com o qual a igreja poderia conviver sem penitência. Além da fachada da Getúlio Vargas, o historiador Marcelo Sutil, da FCC, destaca os trilhos de trem internos, as estruturas de madeira e os telhados – entre outros elementos passíveis de preservação. O parecer levou o Ippuc a carimbar um alerta na papelada ano passado, mas já era tarde.
O supervisor de Pla­­nejamento do Ippuc, Ricardo Antônio Bin­do, admite que a decisão sobre o destino da Matte Leão “mexeu com os nervos” de seu gabinete. Mas que se trata de um impasse antigo, sobre o qual teve de fazer uma escolha de Minerva. Desde a década de 1970, com a criação da CIC e transferência de muitas empresas do Rebouças para lá, a prefeitura passou a ver no bairro operário um ponto estratégico para o desenvolvimento do Centro.
Ao pagar R$ 7 milhões a mais do que o avaliado, a Universal ficou com o terreno e com o poder de demolir a fábrica. É o que está fazendo. Incluindo a única parte que o Ippuc recomendou preservar – dois sobrados adendos, na esquina da Piquiri, com influência da arquitetura art déco. A igreja poderia usar dos benefícios dados a quem preserva. Até onde se sabe, dispensou a esmola.



terça-feira, 22 de março de 2011

FIGURA E FUNDO

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“A simples colocação de um objeto sobre um fundo contrastante de cor, nos fornece estímulos visuais capazes de nos permitir uma breve leitura espacial e uma análise comportamental das formas”.  
Eduardo Nascimento

CHUVAS DE MARÇO EM PeB ANTONINA

0105 Deslizamento no Morro das Laranjeiras
0104  Lava Car
0103 rio de lama na Tv. Marinho Pinto
0102  Soterramento Morro das Laranjeiras

domingo, 6 de março de 2011

CARNAVAL ANTONINA 2011...Bastidores

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Interessados em adquirir as imagens fazer contato: eduardobo51@ibest.com.br
Cópias digitais R$30,00  Impressas fomato A4 R$50,00

domingo, 30 de janeiro de 2011

Profundidade de campo


Vista parcial Antonina  0088


Para se obter boa profundidade de campo, é necessário trabalhar com aberturas de diafragmas mais fechadas, 11,16...22. A regulagem poderá ser feita no Botão de Modos em A - prioridade diafragma. O foco deverá ser dado no primeiro plano.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Ação Urbana/Antonina



Enviado por Marcel Fernandes
N.E.Blog: Parabéns para todos, as imagens estão fantásticas e colaboram para a construção de um novo olhar "noturno" sobre a cidade. Eduardo

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Texturas

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“As variações das texturas do objeto fotografado são os elementos responsáveis pelo tema da fotografia. Através deles que possamos fazer uma leitura analítica em diversos campos do saber”. 
Eduardo Nascimento